DIA DO AMIGO
Por: Gabriel Miranda de Souza
Palavra de muito valor, porém pouco valorizada. Ainda tenho os mesmos amigos de uns 10 anos atrás. Aquela mesma galera da época de escola, ainda os chamo de amigos. O triste é que nem todo mundo tem como fazer o mesmo, pois a modernização de tudo banalizou o sentido dessa palavra, mas quando eu digo amigo ainda quero retomar os pensamentos ditos como arcaicos, mesmo sabendo que não estaremos falando da mesma coisa.
Zygmunt Bauman, respondendo uma pessoa que se gabou à ela dizendo que fez 500 amigos no facebook, vai trazer um termo interessante, ele diz que na sua juventude não existia o conceito de "rede", mas sim o de "laços humanos". E fiquei a pensar sobre isso. Perdemos nossa humanidade e a transformamos em uma espécie de maquinário tecnológico modernos sem emoções reais. As “amizades” agora são totalmente virtuais, olho no olho e interpretação de emoções através da observação, foi perdido. Não digo que não devemos ter amigos online, eu mesmo tenho, pouquíssimos, amigos que “conheci” por redes sociais e os considero como amigos mesmo, mas este não substitui aquele nem de longe. (A presença e o virtual).
Mas ainda tenho grande orgulho de dizer que tenho amigos, poucos, mas tenho, e não me importo com a quantidade, sou mais apegado à qualidade. Existe um ponto positivo na informatização das coisas, e devemos reconhecer isso, e o ponto é: os amigos que estão distantes – geograficamente falando – podem estar “perto” novamente. Então, aos meus poucos amigos, um feliz dia do amigo, e aos meus conhecidos e colegas, também feliz dia do amigo, mas serei realista em dizer: vocês estão em um grau de carinho da minha parte muito menor do que acham que estão. Mas digo com toda a verdade do coração, amo a todos.
Zygmunt Bauman, respondendo uma pessoa que se gabou à ela dizendo que fez 500 amigos no facebook, vai trazer um termo interessante, ele diz que na sua juventude não existia o conceito de "rede", mas sim o de "laços humanos". E fiquei a pensar sobre isso. Perdemos nossa humanidade e a transformamos em uma espécie de maquinário tecnológico modernos sem emoções reais. As “amizades” agora são totalmente virtuais, olho no olho e interpretação de emoções através da observação, foi perdido. Não digo que não devemos ter amigos online, eu mesmo tenho, pouquíssimos, amigos que “conheci” por redes sociais e os considero como amigos mesmo, mas este não substitui aquele nem de longe. (A presença e o virtual).
Mas ainda tenho grande orgulho de dizer que tenho amigos, poucos, mas tenho, e não me importo com a quantidade, sou mais apegado à qualidade. Existe um ponto positivo na informatização das coisas, e devemos reconhecer isso, e o ponto é: os amigos que estão distantes – geograficamente falando – podem estar “perto” novamente. Então, aos meus poucos amigos, um feliz dia do amigo, e aos meus conhecidos e colegas, também feliz dia do amigo, mas serei realista em dizer: vocês estão em um grau de carinho da minha parte muito menor do que acham que estão. Mas digo com toda a verdade do coração, amo a todos.
